Celebrar o Natal é redescobrir que o tempo não é apenas um sucessivo passar de dias, mas uma oportunidade de hospitalidade. No rosto dos nossos idosos, somos convidados a parar e a contemplar a beleza da vida: os anos contados, as histórias sentidas e a esperança de uma luz que não se apaga.
Nesta Comissão, onde tantas mãos e saberes se cruzam, sabemos que proteger não é apenas um ato jurídico, médico ou social; é, acima de tudo, um exercício de escuta. É reconhecer que a cultura de um povo se mede pela forma como demora o seu olhar sobre aqueles que transportam a memória.
O Natal lembra-nos que a luz mais verdadeira nasce na vulnerabilidade. Que este tempo nos ensine a arte de “perder tempo” com quem já percorreu tanto caminho. Que saibamos oferecer não apenas o que temos, mas o que somos: uma presença que não se impõe, um abraço que não apressa, uma justiça que se faz ternura. Que neste Natal, cada um de nós ouse ser e fazer diferente.
A todos os que connosco cuidam, protegem e honram a vida na sua etapa mais sábia, desejamos um Natal de luz mansa e um Ano Novo onde o cuidado continue a ser a nossa linguagem comum.
Feliz Natal!
Eduardo Duque
Presidente da Comissão de Proteção ao Idoso
Celebrar o Natal é redescobrir que o tempo não é apenas um sucessivo passar de dias, mas uma oportunidade de hospitalidade. No rosto dos nossos idosos, somos convidados a parar e a contemplar a beleza da vida: os anos contados, as histórias sentidas e a esperança de uma luz que não se apaga.
Nesta Comissão, onde tantas mãos e saberes se cruzam, sabemos que proteger não é apenas um ato jurídico, médico ou social; é, acima de tudo, um exercício de escuta. É reconhecer que a cultura de um povo se mede pela forma como demora o seu olhar sobre aqueles que transportam a memória.
O Natal lembra-nos que a luz mais verdadeira nasce na vulnerabilidade. Que este tempo nos ensine a arte de “perder tempo” com quem já percorreu tanto caminho. Que saibamos oferecer não apenas o que temos, mas o que somos: uma presença que não se impõe, um abraço que não apressa, uma justiça que se faz ternura. Que neste Natal, cada um de nós ouse ser e fazer diferente.
A todos os que connosco cuidam, protegem e honram a vida na sua etapa mais sábia, desejamos um Natal de luz mansa e um Ano Novo onde o cuidado continue a ser a nossa linguagem comum.
Feliz Natal!
Eduardo Duque
Presidente da Comissão
de Proteção ao Idoso
A Comissão de Proteção Idoso realizou uma conferência sobre a proteção dos adultos vulneráveis no Tribunal da Relação de Guimarães. Esta iniciativa é realizada anualmente desde 2022. O orador convidado foi o Professor Júlio Machado Vaz que fez uma intervenção sobre o envelhecimento e o seu mais recente livro com o título Outonecer. Estiveram presentes o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça João Cura Mariano, o Vice-Presidente do Conselho Superior da Magistratura Luís Azevedo Mendes e o Presidente da Relação de Guimarães António Sobrinho. O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça apelou à alteração do regime do maior acompanhado com a criação da figura do acompanhante público como tem vindo a ser proposto pela CPI.
A Comissão de Proteção ao Idoso teve uma reunião com o Arcebispo Primaz de Braga D. José Cordeiro. A reunião serviu para a apresentação de cumprimentos pela nova direção e para a discussão dos projetos da CPI sobre o envelhecimento e as pessoas idosas, mas também sobre o voluntariado e os jovens.
A Comissão de Proteção Idoso integrou um grupo de trabalho do projeto Impact da Victim Support Europe da União Europeia. Este projeto decorre da Estratégia da União Europeia sobre os Direitos das Vítimas (2020-2025) e destina-se a melhorar o funcionamento dos instrumentos nacionais de apoio às vítimas nos Estados-membros. A reunião foi organizada pela Escola de Psicologia da Universidade do Minho. A participação da CPI consistiu numa exposição sobre a pessoa idosa enquanto vítima e na apresentação de propostas para superar os obstáculos e melhorar a resposta para os idosos.
A Comissão de Proteção ao Idoso realizou uma conferência sobre a saúde mental na pessoa idosa. Foram oradores o Presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria João Bessa e o membro da CPI Paulo Cibrão. A conferência abordou as consequências do envelhecimento para a saúde mental dos idosos. A mensagem principal foi que, embora o envelhecimento implique limitações físicas e mentais, também existem aspetos positivos para a saúde mental. Foi ainda realçado que a doença mental não pode ser considerada uma consequência normal do envelhecimento e deve ser sempre avaliada.
A Comissão de Proteção ao Idoso celebrou um protocolo de colaboração com a Associação Jurídica de Braga. O evento foi precedido de duas conferências proferidas pelo Presidente da CPI Eduardo Duque, com o título A alegria de ser velho: respostas ao desafio demográfico, e pela Vice-presidente da CPI Conceição Sampaio, com o título A importância da Comissão de Proteção ao Idoso.
A Comissão de Proteção ao Idoso foi incluída pela União Europeia nos exemplos de boas práticas na área do envelhecimento da EIP on AHA – European Innvation Partnership for Active and Healthy Aging.
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Conheça os objetivos para o desenvolvimento sustentável da agenda 2030 das Nações Unidas na área do envelhecimento e da pessoa idosa.
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A Comissão de Proteção ao Idoso iniciou o projeto acolhe-me. Este projeto é da responsabilidade de Ana Teresa Cruz e Liliana Valente que são alunas do Mestrado em Direito das Crianças, Família e Sucessões na Escola de Direito da Universidade do Minho e consiste na realização de iniciativas de sensibilização para os direitos dos idosos junto das crianças e dos adultos.
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