Comissão de Proteção ao Idoso

A gramática do cuidado

Celebrar o Natal é redescobrir que o tempo não é apenas um sucessivo passar de dias, mas uma oportunidade de hospitalidade. No rosto dos nossos idosos, somos convidados a parar e a contemplar a beleza da vida: os anos contados, as histórias sentidas e a esperança de uma luz que não se apaga.

Nesta Comissão, onde tantas mãos e saberes se cruzam, sabemos que proteger não é apenas um ato jurídico, médico ou social; é, acima de tudo, um exercício de escuta. É reconhecer que a cultura de um povo se mede pela forma como demora o seu olhar sobre aqueles que transportam a memória.

O Natal lembra-nos que a luz mais verdadeira nasce na vulnerabilidade. Que este tempo nos ensine a arte de “perder tempo” com quem já percorreu tanto caminho. Que saibamos oferecer não apenas o que temos, mas o que somos: uma presença que não se impõe, um abraço que não apressa, uma justiça que se faz ternura. Que neste Natal, cada um de nós ouse ser e fazer diferente.

A todos os que connosco cuidam, protegem e honram a vida na sua etapa mais sábia, desejamos um Natal de luz mansa e um Ano Novo onde o cuidado continue a ser a nossa linguagem comum.

Feliz Natal!

 

Eduardo Duque
Presidente da Comissão de Proteção ao Idoso

A gramática do cuidado

Celebrar o Natal é redescobrir que o tempo não é apenas um sucessivo passar de dias, mas uma oportunidade de hospitalidade. No rosto dos nossos idosos, somos convidados a parar e a contemplar a beleza da vida: os anos contados, as histórias sentidas e a esperança de uma luz que não se apaga.

Nesta Comissão, onde tantas mãos e saberes se cruzam, sabemos que proteger não é apenas um ato jurídico, médico ou social; é, acima de tudo, um exercício de escuta. É reconhecer que a cultura de um povo se mede pela forma como demora o seu olhar sobre aqueles que transportam a memória.

O Natal lembra-nos que a luz mais verdadeira nasce na vulnerabilidade. Que este tempo nos ensine a arte de “perder tempo” com quem já percorreu tanto caminho. Que saibamos oferecer não apenas o que temos, mas o que somos: uma presença que não se impõe, um abraço que não apressa, uma justiça que se faz ternura. Que neste Natal, cada um de nós ouse ser e fazer diferente.

A todos os que connosco cuidam, protegem e honram a vida na sua etapa mais sábia, desejamos um Natal de luz mansa e um Ano Novo onde o cuidado continue a ser a nossa linguagem comum.

Feliz Natal!

 

Eduardo Duque
Presidente da Comissão
de Proteção ao Idoso

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